quinta-feira, 9 de março de 2017

Purpurina







Aquela manhã seria diferente de todas às outras.
 Ela estava lá como de costume, resolvendo coisas cotidianas e  focada no objetivo, enquanto Ele preparava toda uma surpresa em sua casa. 
Ao abrir a porta de casa Ela se deparou com imensos buquês de rosas vermelhas, enfeitando toda a casa. A cama estava coberta de pétalas brancas (cor favorita dele), e um pequeno embrulho em cima. 
Ela olhava para Ele estarrecida com tanto detalhe lindo que havia preparado para comemorarem mais um aniversário de namoro. 
É, havia chegado à esperada Bodas de Purpurina. Sete meses juntos de tanta coisa vivida, que cada dia que passa mais parece que vivem anos juntos. 
Fizeram amor de forma lenta e carinhosa, cada toque, cada olhar demonstrava o quanto se amam intensamente. Ele a olhava com ar de satisfação, mas não apenas de prazer sexual, e sim plenitude por se sentir completo ao lado da mulher que tanto buscou a vida inteira. 
Na frente dEle estava a mulher que alimentava seus sonhos nas noites distantes, a mulher que tirava dele  o melhor sorriso e dava força para lutar diariamente pelo momento qual ficarão juntos todos os dias.
Para Ela, o "piscuilo" apelido carinhoso dado há sete meses atrás no inicio do namoro, cada dia mais a surpreendia e conquistava. Desde o dia que seus espíritos se reencontraram Ela sabia o quanto cada segundo valeria à pena. Em seu corpo carregava as marcas de mordidas intensas e apaixonadas, dadas na hora do prazer, e Ela exibia radiante pois ali estava a prova do quanto se entregam um ao outro.
A manhã e tarde daquela quarta-feira dia oito, havia entrado para o caderninho de belos momentos dos dois, para a agenda de datas comemorativas quais Ele sempre fez questão de comemorar e assim demonstrar o quanto Ela é importante para Ele, e o quanto a ama. 

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